“Agarrei atletismo com duas mãos, mesmo tendo só uma”, diz Petrúcio

8 d dezembro d 2017 às 5:31 pm

Recordista paralímpico correu para mudar vida da família no sertão paraibano

Petrúcio Ferreira, foto: Alexandre Loureiro/Getty Images – 11.9.2016

Da brincadeira de apostar corrida ao alto do pódio dos Jogos Paralímpicos e do Mundial. Medalha de ouro no peito, recordes nos 100 e 200 metros da classe T46/47, mas principalmente a chance de mudar a história da família no sertão paraibano. O atletismo foi uma chance que Petrúcio Ferreira agarrou com as duas mãos, “mesmo só tendo uma”, como ele próprio faz piada com o acidente que teve ainda criança.

O menino arteiro de São José do Brejo do Cruz, a 400 km da capital João Pessoa, já havia vencido a infância humilde na roça para triunfar no futsal. Os dribles e gols de uma carreira promissora só não chamaram mais a atenção dos técnicos Ricardo Ambrósio e Pedro Almeida que a velocidade natural do garoto então de 13 anos.

A formação tardia para o atletismo faz ainda hoje uma das estrelas do esporte brasileiro acreditar que basta sair correndo para chegar na frente dos adversários.

 

Fonte: esportes.r7.com

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